Comissões da Verdade ouvem depoimentos sobre a morte de Arnaldo Cardoso Rocha

Pelo segundo dia consecutivo, a Comissão Estadual da Verdade Rubens Paiva, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT), e a Comissão Nacional da Verdade realizaram reunião conjunta para tratar do assassinato de oito militantes da Ação Libertadora Nacional (ALN) em São Paulo, na década de 1970.
26/02/2014 09:56

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Nesta terça-feira, 25/2, foi abordado o caso da rua Caquito, onde, em 15/3/1973, ocorreu a morte dos militantes Arnaldo Cardoso Rocha, Francisco Emanuel Penteado e Francisco Seiko Okama.

A versão oficial dada pelos órgãos de segurança na época afirmava que as mortes ocorreram em confronto, depois de os três militantes terem sido encontrados casualmente por forças policiais.

As comissões ouviram ainda o depoimento de Marco Aurélio Guimarães, professor de medicina legal na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto e do perito Celso Benevê que assessora a Comissão nacional da Verdade. Marco Aurélio fez um laudo da exumação do corpo de Arnaldo, em agosto de 2013. Sepultado em urna metálica e tendo a cova invadida por água, essas condições resultaram em surpreendentes condições de conservação do corpo.

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