Frente Parlamentar em Apoio à Exploração do Gás Natural é lançada na Assembleia

O deputado Samuel Moreira, presidente do Legislativo paulista, destacou a importância do setor para a economia e sua necessária expansão e o deputado Orlando Morando (PSDB), coordenador da Frente, chamou a atenção para um ponto que foi consenso entre os participantes do evento: o gás natural é o combustível que pode fazer a transição entre os combustíveis fósseis e outras formas renováveis de energia.
11/06/2013 19:48

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Reunidos no auditório Franco Montoro nesta terça-feira, 11/6, parlamentares e representantes de todos os elos da cadeia produtiva da produção, distribuição e consumo do gás natural participaram do lançamento da Frente Parlamentar em Apoio à Exploração do Gás Natural no Estado de São Paulo. Coordenada pelo deputado Orlando Morando (PSDB), a frente abriu espaço para que representantes dos diversos setores e do governo estadual pudessem expressar como veem o setor e suas perspectivas para o futuro.

O deputado Samuel Moreira, presidente do Legislativo paulista, destacou a importância do setor para a economia e sua necessária expansão. Morando chamou a atenção para um ponto que foi consenso entre os participantes do evento: o gás natural é o combustível que pode fazer a transição entre os combustíveis fósseis e outras formas renováveis de energia.

O deputado federal por São Paulo, Arnaldo Jardim (PPS) elogiou a criação da frente e colocou a frente parlamentar de Brasília à disposição para realizar um trabalho conjunto com os parlamentares do Legislativo paulista. Os vários representantes das concessionárias que operam no Estado foram unânimes em afirmar ser necessário buscar a redução da carga tributária para que possa ser reduzido o impacto no custo da produção e possa haver expansão do consumo não só residencial como industrial. A expansão do uso do GNV pelos veículos deveria,na opinião dos representantes das distribuidoras, ser prioridade da frente. Foram sugeridos o desconto no IPVA dos carros que utilizam o gás como combustível e o uso destes veículos na frota do governo estadual. Outro ponto que foi abordado é a necessidade de o Estado de São Paulo ficar com parte da receita oriunda da alíquota de 12% do ICMS que incide sobre o gás que é importado da Bolívia e é recolhido na totalidade pelo Estado do Mato Grosso do Sul.

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