Sessão solene na Assembleia Legislativa rememora o genocídio armênio de 1915
Nesta segunda feira, 27/4, a Assembleia Legislativa rememorou com grande relevância o genocídio armênio justamente por ser o ano do seu centenário. Presidida pelo deputado Celso Giglio (PSDB), sessão solene reverenciou os 1,5 milhão de mártires armênios assassinados pelo Império Otomano em 1915, naquele que é considerado o primeiro genocídio do século 20.
A sessão solene transcorreu em clima de forte emoção e as autoridades presentes assumiram compromissos com a defesa da causa armênia. Embora muitas nações já reconheçam o genocídio, o Brasil ainda não o fez formalmente. Cidades e Estados tomaram a iniciativa de reconhecer, como o Estado de São Paulo, através da Lei 1.5813/2015, de iniciativa do deputado Pedro Tobias (PSDB), aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Geraldo Alckmin.
Recebidos pelo presidente da Casa, deputado Fernando Capez, pelo presidente da sessão solene, deputado Celso Giglio, o embaixador da Republica da Armênia, Achot Galoyan e a cônsul honorária Hilda Dirouhy Burrmaian depositaram uma coroa de flores no Khatckar (Cruz de Pedra), monumento armênio localizado no jardim externo da Assembleia Legislativa.
Os arciprestes da Igreja Apostólica Armênia Der Yesnig Guzelian e Der Boghos Baronian conduziram a cerimônia religiosa. Em seguida centenas de pessoas ocuparam todos os espaços no Plenário Juscelino Kubitschek e galerias para o ato solene.
Fizeram uso da palavra, além do deputado Celso Giglio, na presidência da sessão, o senador José Serra, colocando-se à disposição da Comunidade Armênia na luta pelo reconhecimento do genocídio pelo nosso país, o embaixador da Armênia e o deputado Pedro Tobias.
Em seu discurso, Giglio relembrou todo o sofrimento do povo armênio nos anos pós 1915 e manifestou seu desejo de ver o genocídio armênio reconhecido pelo governo brasileiro, informando aos presentes que havia protocolado na Casa uma moção onde a Assembleia Legislativa apela à presidente da República para que o Brasil reconheça oficialmente o genocídio que, em 22 de abril de 2015, completou o seu centenário. "Não se trata de reescrever a história, mas, sim, contá-la de forma verdadeira. O reconhecimento de erros passados, como o genocídio armênio, é um passo para que nações assumam compromissos com um presente de convivência pacífica e com um futuro de respeito à dignidade humana", disse Celso Giglio.
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