1.º secretário apoia a campanha de vacinação contra HPV
O 1.º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Enio Tatto (PT), apoia a campanha nacional de vacinação contra o vírus HPV lançada pela presidenta Dilma Rousseff, no dia 10/3 em São Paulo. Ele produziu uma arte intitulada Tenha uma vida saudável e postou nas redes sociais de incentivo às meninas de 11 a 13 anos " público-alvo da campanha - para ficarem atentas ao período de vacinação e agendar as datas em que devem se vacinar.
"Ao lançar a campanha, a presidente Dilma Rousseff disse que a meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% do público-alvo, formado por cerca de 5,2 milhões de garotas. Com o apoio de todos, certamente esta meta será alcançada", disse o parlamentar. Ele lembra que o vírus HPV é o principal causador do câncer de colo de útero e que com a campanha "garantiremos que as meninas sejam mulheres saudáveis".
"Estão de parabéns a presidenta e o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que idealizou a campanha. Aqui em São Paulo uma dose da vacina contra o HPV aplicada em clínicas particulares custa R$ 430. Como são três as doses a serem injetadas, este valor vai para R$ 1.290. Grande parte da população não tem esse recurso disponível. Por isso aplaudo a iniciativa", destacou Enio Tatto.
O deputado lembra que o atual ministro da Saúde, Arthur Chioro, estima que 270 mil mulheres no mundo morrem devido ao câncer de colo do útero. No Brasil, 4,8 mil mulheres morreram por causa da doença no ano passado. "O HPV é um vírus transmitido de pessoa para pessoa por meio da pele e das mucosas durante o ato sexual. Parte dos casos evolui para o câncer ou desenvolve outras lesões graves", acrescenta.
A vacina previne contra quatro tipos de HPV, dos tipos 6 e 11, responsáveis por verrugas genitais, e dos tipos 16 e 18, responsáveis por lesões pré-cancerosas e cânceres de colo do útero, vagina, vulva e ânus. Esses quatro tipos respondem por 70% dos casos de câncer de colo de útero em mulheres. Para imunizar contra o HPV, cada menina receberá três doses da vacina: a segunda dose deve ocorrer seis meses após a primeira e a terceira dose, cinco anos depois.
eniotatto@al.sp.gov.br
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