Comissão debate prevenção à gripe A e à dengue
A Comissão de Saúde e Higiene reuniu-se nesta terça-feira, 2/3, para discutir as medidas de prevenção adotadas no Estado sobre as epidemias de dengue e da gripe A H1N1. Estavam presentes a coordenadora do Departamento de Controle de Doenças do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, Clélia Aranda; a diretora-geral do Instituto Adolfo Lutz, Marta Lopes Salomão; Affonso Viviani Junior, da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen); e o coordenador de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Amparo, Luiz Seragi Neto, representante do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosem).
Influenza
Os especialistas falaram sobre a disseminação da influenza A do subtipo viral H1N1 e as medidas de contenção tomadas no Brasil, em consonância com as normas da Organização Mundial de Saúde (OMS), e sobre o alcance da doença em 2009. A gripe sazonal, embora não seja de notificação obrigatória, ocasiona mensalmente entre 4 a 5 mil óbitos por causas associadas, como problemas pulmonares, enquanto que os mortos pela gripe A somaram 550.
O número de infectados pelo H1N1 deverá cair, já que a vacinação terá início no próximo dia 8/3, e privilegiará grupos prioritários, que são trabalhadores da saúde, indígenas, gestantes, obesos e portadores de cardiopatias, diabetes e imunodeprimidos, além de crianças entre seis meses e dois anos de idade. Idosos receberão também a vacina, associada à habitual imunização contra a gripe sazonal.
Crianças em idade escolar não serão vacinadas, pois os critérios da OMS são de preservar os trabalhadores da saúde e reduzir a mortalidade. O país ainda será o único do mundo a vacinar, em etapa posterior, a iniciar-se em abril, jovens adultos saudáveis, na faixa etária entre 20 a 39 anos pois, junto com as gestantes, foram o grupo mais atingido pela influenza.
Dengue
Existem quatro subtipos de dengue, sendo que apenas o tipo 4 não ocorre ainda no Brasil. Isso significa que uma pessoa pode ficar doente mais de uma vez, o que pode dar uma falsa impressão estatística. A erradicação da doença foi considerada impossível, pois o mosquito transmissor está absolutamente adaptado ao meio urbano, ou seja, depende da ação humana para proliferar.
A solução está no incremento da prevenção, com divulgação de medidas de profilaxia para a população e maior capacitação dos técnicos da Vigilância Sanitária. O papel dos visitadores sanitários domiciliares é importante pois, como o mosquito tem alcance de voo de 30 metros, torna-se necessário combater os focos locais nas residências.
Nos serviços de saúde, estão sendo agilizadas as medidas diagnósticas e de tratamento, o que levará à redução da morbidade. O uso de exames para detecção tem importância relativa, pois o tratamento deve ser iniciado logo que os sintomas se manifestem, independentemente de confirmação. Os exames são necessários, porém, para mapear os subtipos em ação.
O Instituto Butantan está trabalhando no desenvolvimento de uma vacina que abranja os quatro subtipos da dengue, baseada na da febre amarela, que tem o mesmo vetor de transmissão.
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