Bancada do PT faz coletiva à imprensa sobre Orçamento 2007
Os deputados da bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembléia Legislativa de São Paulo fazem nesta quarta-feira, 8/11, às 15h, apresentação à imprensa sobre avaliação do projeto da Lei Orçamentária de 2007, enviado à Casa pelo Executivo. A peça orçamentária para o primeiro ano do mandato do governador eleito José Serra foi entregue ao Parlamento paulista pelo governador Cláudio Lembo.
De acordo com o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2007, na avaliação petista, o Estado deve reduzir investimentos e programas sociais. Os deputados do PT se declaram surpresos com as diferenças entre os projetos da LOA e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2007, ambos de autoria do Executivo. No entender desses parlamentares, há divergências que merecem explicações. O assunto foi objeto de reunião, realizada nesta terça-feira, 7/11, pelos deputados do Partido dos Trabalhadores. Os parlamentares discutiram ainda a linha política a ser adotada pela bancada nas reuniões do Colégio de Líderes, em relação às emendas prioritárias do PT à LDO 2007.
"A variação entre os investimentos totais previstos pelo governo do tucano Geraldo Alckmin e o Orçamento para Serra é gritante", declarou o líder petista Enio Tatto. Para os petistas, o projeto apresentado pelo governador Lembo, substituto de Alckmin que se afastou do cargo para disputar as eleições presidenciais, foi elaborado de acordo com a política pretendida pelo futuro governador. "Enquanto Alckmin tinha previsto quase 24,5% a mais de investimentos no Orçamento de 2006, no de Serra esses investimentos foram reduzidos para menos de 19,46%", concluiu.
Outro dado apontado pela bancada do PT é que o novo governo começa com cortes importantes nos programas sociais, como o Ação Jovem (17,28%), a atuação em cortiços (62%) e o Programa Morar Melhor (30%), além da diminuição nos investimentos, da ordem de 21% em obras e de 4,5% nos gastos com aposentadorias.
Ainda conforme a avaliação do PT ao projeto da LOA 2007, outros programas perderão recursos: Policiamento Escolar, Saneamento para Todos e Proteção Social Básica, que juntos somam mais de R$ 52 milhões.
O líder petista salientou também que o futuro governo deve excluir ainda programas como o Viva Leite, a Previdência do Regime Estatutário e outros, no valor de R$ 413.675.240. "Serra não aplicará na Saúde recursos da ordem de R$ 459.831.575, ou apenas 11,10% da receita líquida de impostos", destacou Tatto.
Notícias mais lidas
- Alesp aprova e motos de até 180 cilindradas não pagam mais IPVA em SP
- Deputado pede a Estado proteção a perito que relatou pressão na investigação do caso Vitória
- Servidores cobram aplicação imediata do 'Descongela Já'
- Dezembro Vermelho: pesquisas de cura do HIV avançam em universidade pública paulista
- CPI da Alesp que investiga golpes do tipo 'pirâmide' terá Guto Zacarias presidente
- Projeto Cívico-Militar começa em 100 escolas de SP na segunda-feira, 2/02
- Alesp aprova nova regionalização do saneamento básico no estado
- 'Ninguém faz mais pela mulher do que o Estado de São Paulo', diz secretário de Segurança Pública
- Proibição do uso de celular nas escolas paulistas eleva desempenho e interação social dos alunos
Lista de Deputados
Mesa Diretora
Líderes
Relação de Presidentes
Parlamentares desde 1947
Frentes Parlamentares
Prestação de Contas
Presença em Plenário
Código de Ética
Corregedoria Parlamentar
Perda de Mandato
Veículos do Gabinete
O Trabalho do Deputado
Pesquisa de Proposições
Sobre o Processo Legislativo
Regimento Interno
Questões de Ordem
Processos
Sessões Plenárias
Votações no Plenário
Ordem do Dia
Pauta
Consolidação de Leis
Notificação de Tramitação
Comissões Permanentes
CPIs
Relatórios Anuais
Pesquisa nas Atas das Comissões
O que é uma Comissão
Prêmio Beth Lobo
Prêmio Inezita Barroso
Prêmio Santo Dias
Legislação Estadual
Orçamento
Atos e Decisões
Constituições
Regimento Interno
Coletâneas de Leis
Constituinte Estadual 1988-89
Legislação Eleitoral
Notificação de Alterações