Falta de quórum impede reunião da comissão de representação que investiga acidente do Metrô
01/02/2007 18:26
A reunião marcada para as 14h30 desta quinta-feira, 1º/2, pela comissão de representação formada pela Assembléia Legislativa para acompanhar a investigação do acidente da linha 4 do Metrô não atingiu quórum necessário para sua abertura.
Na reunião anterior, na última terça-feira, 30/1, além da falta de quórum, o presidente do Metrô, Luiz Carlos David, que seria ouvido naquele dia, não compareceu. Na ocasião, os deputados da comissão reuniram-se com o presidente Rodrigo Garcia para estabelecer regras claras de funcionamento do órgão, decidir quem serão os convocados a depor e estabelecer calendário de atividades.
Nesta quinta-feira, o número insuficiente de parlamentares presentes acabou impedindo que as convocações de pessoas envolvidas com a obra do Metrô fossem feitas. Deputados da oposição mostraram-se irritados e acusaram ter havido quebra do acordo fixado dois dias antes.
Um dos depoentes que havia confirmado presença para o próximo dia 6/2, Marco Antonio Buoncompagno, ex-gerente de construção da linha 4, informou que não poderá comparecer nessa data porque está em licença para tratamento de saúde. Deputados do PT consideraram que o ato demonstra falta de respeito e constitui uma manobra evasiva da Companhia do Metrô. Sebastião Arcanjo (PT) propôs apresentar os requerimentos de convocação na Comissão de Serviços e Obras Públicas, que ele preside e que tinha reunião marcada para as 15h30 desta quinta-feira.
Formada pelas comissões permanentes de Serviços e Obras Públicas e de Transportes e Comunicações, a comissão de representação tem limitação de poderes, pois não é comissão permanente nem comissão parlamentar de inquérito. Além disso, as deliberações de seus membros, para se tornarem concretas, dependem de ações de uma ou outra das comissões que a compõem.
Às 15h30, a reunião da Comissão de Serviços e Obras Públicas também não atingiu quórum. Adriano Diogo (PT), que já havia proposto a saída dos membros da comissão de representação, repetiu a sugestão.
O deputado Sebastião Arcanjo declarou que levará ao Colégio de Líderes o problema da obstrução ao funcionamento das comissões e se propôs a não mais subscrever nenhum requerimento de convocação da comissão de representação como forma de pressionar os líderes partidários a fazer cumprir os acordos firmados.
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