Projeto de eficiência energética no Palácio 9 de Julho trará economia de R$ 600 mil ao ano
A Mesa Diretora do Parlamento paulista assinou nesta terça-feira, 1º/3, aditivo que permite a finalização do projeto de eficiência energética que a empresa AES Eletropaulo vem implantando no Palácio 9 de Julho. No processo, a concessionária investiu R$ 5,7 milhões, sem custos para a Assembleia Legislativa.
Como parte do projeto, a Eletropaulo instalou centrais de ar-condicionado mais eficientes e econômicas. Elas substituem 400 aparelhos de refrigeração que eram utilizados em gabinetes de parlamentares e em salas da administração.
"O aditivo que assinamos hoje consolida a proposta do Legislativo de aplicar a tecnologia para obter eficiência e qualidade com redução significativa no consumo de energia e na emissão de carbono na atmosfera", observou o deputado Aldo Demarchi, 2º secretário da Assembleia.
Segundo a Eletropaulo, as novas instalações de ar-condicionado, somadas à substituição de sistemas de iluminação que a empresa já havia efetuado em 2002 no Palácio 9 de Julho, permitem que a Assembleia economize recursos da ordem de R$ 600 mil por ano, além de propiciar a redução de 370 toneladas anuais na emissão de carbono. Os 2 mil megawatts/hora economizados anualmente correspondem ao uso de eletricidade de 750 residências.
"O uso racional da energia é um grande desafio. Além de modernizar as instalações, o projeto de eficiência energética também resulta em um ganho ambiental. O meio ambiente agradece", disse o deputado Carlinhos Almeida, 1º secretário do Legislativo paulista.
O diretor executivo comercial da Eletropaulo, Roberto Mário di Nardo, entregou aos deputados o certificado de garantia dos equipamentos e da obra de instalação das centrais de ar-condicionado. "O presidente da Assembleia, deputado Barros Munhoz, é um entusiasta do projeto de eficiência energética. E é muito importante que o Poder Público e a iniciativa privada estejam irmanados no cuidado com o meio ambiente", afirmou Di Nardo.
Retido em um compromisso no Palácio dos Bandeirantes, o presidente Barros Munhoz não pôde participar do ato, que contou ainda com a presença do secretário-geral de Administração da Assembleia, Celso Pinhata, do diretor de Serviços Gerais, André Nogueira, e de diretores e gerentes da concessionária paulista de energia elétrica.
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