Relatório final da CPI tem pedido de vista


23/10/2019 14:46 | Gestão das Universidades Públicas | Mauricia Figueira - Fotos: José Antonio Teixeira

Wellington Moura preside a CPI<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-10-2019/fg242510.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Barros Munhoz<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-10-2019/fg242511.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Professora Bebel<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-10-2019/fg242512.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a>

Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira (23/10), o relatório final da CPI das Universidades Públicas elaborado pela deputada Valeria Bolsonaro (PSL) entrou em pauta para votação e discussão. Porém, um pedido de vista, apresentado pelo deputado Barros Munhoz (PSB), adiou a análise pelos membros da CPI.

Depois de aprovado, o relatório apresentado pelo relator é considerado como a posição da CPI. Os deputados que discordem do relator podem apresentar um voto em separado, que também é votado pelos membros da CPI. Se aprovado, torna-se o relatório. A deputada Professora Bebel (PT) informou que apresentará voto em separado. Ela concordou com o pedido de vista, pois considera ser necessário mais tempo para analisar o relatório. "É passível de uma análise mais profunda da real crise das universidades, de tudo o que foi dito e vivenciado nesta CPI no que diz respeito à vinda dos reitores, dos presidentes das fundações, à riqueza do debate colocado", ressaltou. A Professora Bebel destacou ainda que os depoentes não negaram a existência de uma crise nas universidades. "Eles falaram o tempo todo que há problemas, que querem corrigir. Há um problema estrutural que não está só na gestão".

Para o presidente da CPI, deputado Wellington Moura (REPUBLICANOS), o momento é de acordo. "Claro que cabe discussão. Cabe à Professora Bebel e ao Barros Munhoz apresentarem voto em separado do que não concordam no relatório. Democracia é isso". O presidente afirmou também que está disposto a incluir propostas dos deputados no relatório. "Não foi dado publicidade ao relatório para tentarmos entrar num acordo. Queremos que o trabalho que tivemos nesses seis meses na CPI possa ter um grande resultado para a sociedade. Estamos elaborando um excelente relatório para apresentar ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas e aos outros órgãos", finalizou.

Estavam também presentes os deputados Professor Kenny e Sergio Victor.